
Reflexões sobre a gestão da comunicação organizacional na sociedade de riscos
A “Organicom”, Revista Brasileira de Comunicação Organizacional e Relações Públicas, da Universidade de São Paulo (USP), publicou o dossiê “Risco e Crise: reflexões sobre a gestão da comunicação organizacional na sociedade de riscos”. São 13 capítulos com diferentes temas ligados à Gestão de Riscos, além de uma entrevista "Gestão da comunicação de crise na sociedade de riscos: desafios e perspectivas na visão de W. Timothy Coombs", um dos maiores especialistas em Gestão de crises, no mundo; professor e autor de livros clássicos sobre Crisis Management, com destaque para The Handbook of Crisis Communication, de 2010, com várias edições; e um dos pioneiros no estudo desse tema do ponto de vista teórico, principalmente da comunicação de crise. A entrevista foi feita pelo Professor doutor em Comunicação, da Universidade Federal de Santa Maria, Jones Machado.
A Apple é a marca mais valiosa do mundo, conforme o ranking da WPP’s Millward Brown, publicado hoje. Nesse ranking, quatro das cinco marcas de maior valor e sete das Top 10 são de empresas de tecnologia. É o segundo ano em que a Apple desbancou o Google como a marca mais valiosa.
O sonho de todo o jovem recém-formado é entrar para a galeria dos executivos bem-sucedidos das multinacionais. Além do prestígio, altos salários e bônus em ações os transformam em pouco tempo nos novos milionários globais. Só que a distância entre o paraíso e o inferno é bem mais curta do que as ilusões do mercado deixam perceber.
Os vazamentos de informação, um dos mecanismos mais temidos por autoridades e governos como estopim de crises, não preservam nem operações supersecretas. Esta semana os serviços secretos dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha se estranharam por conta do vazamento da informação de uma operação envolvendo a política de repressão ao terrorismo.
Segundo o jornal britânico The Times, atribuindo a informação a autoridades e analistas, a capacidade da Grã-Bretanha de impedir ataques terroristas foi arranhada pela liberação não autorizada de informações sobre um agente secreto britânico que penetrou a célula de fabricação de bombas, da Al-Qaeda, no Iêmen.
Quantos porta-vozes sua organização possui? A resposta correta é “tantos quantos empregados eu tenho”. Essa pergunta, feita pelo especialista em gestão de crises, Jonathan Bernstein, serve como pretexto para uma série de dicas sobre como administrar a crise com o público interno. Em momentos difíceis, as organizações se preocupam com a mídia ou stakeholders externos. E esquecem o principal público: os empregados.
O governo da Argentina parece que gosta de brincar com fogo. Ou está procurando começar uma crise internacional. Para isso, vai “buscar enemigos fuera para tapar lo de dentro", como diz um jornalista espanhol.
A agênca Young & Rubicam, Buenos Aires, contratou um grupo de atletas argentinos. Simulando que iam participar de uma maratona, eles entraram nas Malvinas e a agência gravou de maneira clandestina um anúncio publicitário associado às Olimpíadas.
O recorde de 24,4% de desemprego na Espanha e 21,8% na Grécia, além de mostrar a fragilidade da economia dos países da zona do Euro, trouxe um efeito devastador no equilíbrio psicológico dos habitantes. Os desempregados na Europa já chegam a 25 milhões.









