
Por que a mídia e os órgãos fiscalizadores falharam no escândalo do Master?
O Brasil, desde novembro, está assistindo o desenrolar de um dos maiores escândalos financeiros do país: o crescimento vertiginoso e a liquidação tardia e explosiva do Banco Master e seus penduricalhos. O banco de investimentos fundado pelo empresário Daniel Volcaro, há pouco mais de 8 anos. Segundo a jornalista Consuelo Dieguez, em reportagem publicada em fevereiro, na revista Piauí 233 (1), “ o banco Master nasceu, cresceu, pintou e bordou debaixo do nariz do economista Roberto Campos Neto, que presidiu o BC de fevereiro de 2019 a dezembro de 2024. O Master pedia autorização para atuar no mercado desde 2017, mas durante a presidência de Ilan Goldfajn, nunca conseguiu o sinal verde. Em 2019, sob a administração de Campos Neto, Vorcaro chegou lá. A licença causou alguma surpresa, já que, entre os critérios para autorizar um banqueiro no mercado, está a exigência de “reputação ilibada”.
“A Malaysia Airlines lamenta com pesar que temos de presumir, além de qualquer dúvida razoável, que o voo MH370 se perdeu e não há sobreviventes entre os que estavam a bordo”, declarou o Premier da Malásia, Najib Rasak.
Em 24 de março de 1989, o navio Exxon Valdez bateu em rochas no Estreito Prince William, no Alasca, provocando um dos maiores desastre ecológicos do mundo. O rombo no casco do navio derramou 40 milhões de litros de petróleo, em uma região sob proteção ambiental, pela beleza da flora e da fauna.
O caso Petrobras
Nenhum brasileiro tem dúvidas da importância da Petrobras para o país. É uma das “meninas dos olhos” do governo, daquelas empresas que todo o mundo gostaria de comandar. E todo o país gostaria de controlar.
É uma das maiores empresas da América Latina e a 13a. companhia de petróleo do mundo. A Petrobras, criada no segundo governo Getúlio Vargas, sempre esteve na vanguarda dos movimentos nacionalistas e por isso é um ícone do patrimônio nacional.
Uma semana após o desaparecimento, o mistério do voo MH370 começa a se esclarecer. Os sistemas de comunicações do Boeing 777 da Malaysia Airlines, no último sábado, 8 de março, foram "deliberadamente desabilitados", informou nesta madrugada, no Brasil, o primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak.
Que crise pode ser pior do que uma companhia aérea ter um acidente grave, com vítimas fatais? O número de vítimas? Sim. Mas e ainda pior? Não conseguir respostas para os parentes sobre o que aconteceu aos passageiros que embarcaram numa das mais modernas aeronaves do mundo, passados quatro dias do acidente. Isso sim.
Jessica Behrens*
A poluição em Pequim está tão terrível que o nascer do sol teve de ser televisionado em um gigantesco telão de LED na Praça Tiananmen para que a população pudesse vê-lo. Aí está mais uma notícia absurda que vai para o rol dos acontecimentos bizarros! Digna de compartilhamento, capaz de provocar questionamentos éticos e filosóficos sobre o ser humano e o meio ambiente. Não hesitei e postei no Facebook.









