
O homem que sabia e não conseguiu impedir o atentado do 11 de setembro de 2001
25 anos do atentado do 11 de setembro. Uma data que ficou marcada na história como um marco, ainda que trágico, do verdadeiro início do século XXI. A cada ano da tragédia, uma história que continua sendo contada e não acaba. Por que a nação mais armada do mundo não conseguiu impedir um atentado no coração do país, como um desafio ao poderoso sistema de defesa americano?
Artigos, documentários, filmes tentam contar a história, a cada ano com novas informações, que surpreendem pela forma como tudo aconteceu. Onde a segurança do país falhou em permitir que quatro aviões fossem sequestrados, por terroristas da Al-Qaeda, e se tornassem verdadeiros mísseis, atacando edifícios públicos, dentro do território americano e causando 2.977 mortes. Socorristas e sobreviventes faleceram nos anos seguintes em decorrência de cânceres e doenças pulmonares causados pela poeira tóxica dos escombros, superando em muito o número de mortes registradas no próprio dia do ataque.
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A imprensa segura a informação. De início, quase sempre as empresas negam. Depois, admitem reservadamente. Mas na maioria dos casos, quando o assunto se torna um risco à imagem, não há como esconder. Estamos falando de um fato muito comum nas organizações modernas e que pode ser o estopim de crises, quando mal administrado: o suicídio de empregados.
Há algum tempo se constata que a profissão de jornalista tem grande preferência do público feminino. O jornal The Observer, de Londres, publicou artigo neste fim de semana com um outro alerta: a mídia do futuro precisa ser estruturada e inspirada para as mulheres. Isso porque muitos jornais britânicos têm mais leitores homens do que mulheres. Mas a diferença está diminuindo rapidamente. O alerta se baseia no site Mail Online, do jornal Daily Mail, que sugere um avanço das mulheres na direção das mídias digitais de notícias.
Obama já perguntou que “traseiro ele deve chutar” para cobrar a conta do maior desastre ambiental da história americana. Nesta semana, autoridades e ambientalistas questionaram se a BP deveria pagar dividendos aos acionistas ou suspender o pagamento, até que se calcule o prejuízo causado pelo acidente.
Não está fácil para as multinacionais. A British Petroleum, que gastou US$ 600 milhões nos últimos quatro anos para melhorar a imagem, ao tentar associá-la ao comprometimento com a preservação do meio ambiente, em poucos dias viu esvair-se todo esse capital reputacional.
Crise para todos os gostos. Vários acontecimentos nos últimos dias mostram como as instituições falham em acontecimentos geradores de crises. São erros de gestão, desrespeito ao consumidor e até crimes contra inocentes. Em todos os casos, as organizações se descuidaram dos sinais ou riscos iminentes ou de ações preventivas, que poderiam ter evitado ou pelo menos amenizado as crises. Falhas de administração que geraram prejuízos financeiros e de imagem.
A recente polêmica envolvendo o Secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, suscita uma reflexão sobre a importância da reputação na trajetória de pessoas e de organizações. De autoridades públicas, o mínimo que se exige é ter a reputação ilibada. Principalmente aqueles que desempenham cargos de extrema confiança, porque lidam com áreas sensíveis, como, por exemplo, as de saúde, segurança, justiça, entre tantas outras.









