
Relatório Anual de Crises de 2025 mostra crescimento das categorias cybercrime, má gestão e assédios
O ICM-Institute for Crisis Management, dos Estados Unidos - que há vários anos publica um Relatório Anual das principais crises corporativas no mundo – (1) registrou 1 milhão 232 mil notícias sobre crises em 2025, um aumento de 8% em relação a 2024. Mas, ainda significativamente abaixo do pico de quase dois milhões de casos registrados em 2023. As crises que dão sinais antes de acontecer (smoldering crises) (2) mantiveram sua posição histórica, representando 65% das notícias monitoradas, enquanto o cybercrime voltou a aparecer como a categoria com a maior proporção de notícias, ocupando um quarto do total das crises do ano. As crises repentinas (sudden crisis) representaram 35%. Várias categorias apresentaram variações surpreendentes, especialmente ações coletivas (*class actions lawsuits*), com percentual de 2,24% caiu para o menor nível; enquanto casos de assédio sexual (15,26%), tiveram um aumento fora do normal. Categoria esta que nunca apareceu com tanto destaque, em qualquer Relatório anterior.
Grande número de jornalistas começou a trabalhar no governo Obama em janeiro. Seria uma quantidade incomum em mudanças de governo nos EUA. Numa capital onde fervilham boatos e troca-troca de cargos, instalou-se um debate sobre a possibilidade de Obama estar recebendo tratamento favorável da mídia pelas relações de trabalho que passou a ter com ex-jornalistas da grande imprensa.
A circulação média diária de jornais no Brasil no ano passado cresceu 5% na comparação com 2007. Passou de 4,14 milhões de exemplares para 4,35 milhões de exemplares, segundo o IVC (Instituto Verificador de Circulação).
A decisão do governo de impor, sem comunicação adequada, a exigência de licenciamento prévio para liberar importações de vários produtos, tomada dia 26 de janeiro, acabou gerando uma crise, com reação de empresários e até de governos do Mercosul. A imprensa classificou a operação como “barbeiragem”, termo que teria saído do Ministério da Fazenda. Alguém acredita que essa medida foi tomada sem o conhecimento daquele ministério?
As relações entre imprensa e poder sempre foram difíceis. Desde que a imprensa, representada pelos jornais, se transformou em instrumento de opinião independente, os governantes tentam controlá-la.
Depois do australiano Rupert Murdoch assumir o controle de grandes redes de TV, jornais e editoras americanas, a crise que afeta, principalmente os jornais dos EUA, facilita o assédio de empresários estrangeiros. Murdoch, dono da News Corporation, acabou comprando um dos ícones do jornalismo americano, o The Wall Street Journal. E está de olho em outro símbolo da mídia dos EUA, o The New York Times.
Os Estados Unidos têm um novo herói. É o comandante do vôo 1549, da US Airways, Chesley Sullenberger, 57 anos, que conseguiu fazer um pouso forçado nas águas geladas do Rio Hudson, em Nova York, em 15 de janeiro. Enquanto o país comemora a ação arrojada do piloto, colegas e profissionais da aviação ouvidos após a odisséia, mostram como o ato do piloto não ocorreu por acaso. O avião, que decolou do aeroporto La Guardia, dentro da cidade de Nova York, levava 150 passageiros e 5 tripulantes. Todos saíram ilesos do arrojado pouso.









