
O homem que sabia e não conseguiu impedir o atentado do 11 de setembro de 2001
25 anos do atentado do 11 de setembro. Uma data que ficou marcada na história como um marco, ainda que trágico, do verdadeiro início do século XXI. A cada ano da tragédia, uma história que continua sendo contada e não acaba. Por que a nação mais armada do mundo não conseguiu impedir um atentado no coração do país, como um desafio ao poderoso sistema de defesa americano?
Artigos, documentários, filmes tentam contar a história, a cada ano com novas informações, que surpreendem pela forma como tudo aconteceu. Onde a segurança do país falhou em permitir que quatro aviões fossem sequestrados, por terroristas da Al-Qaeda, e se tornassem verdadeiros mísseis, atacando edifícios públicos, dentro do território americano e causando 2.977 mortes. Socorristas e sobreviventes faleceram nos anos seguintes em decorrência de cânceres e doenças pulmonares causados pela poeira tóxica dos escombros, superando em muito o número de mortes registradas no próprio dia do ataque.
Leia mais...
Crise não é só privilégio de companhia aérea, político ou governos. Ela ataca também time de futebol, independente do tamanho da torcida. O Corinthians entrou no inferno astral desde que a imprensa e a Polícia Federal começaram a levantar suspeitas sobre a parceria com a MSI, feita há três anos.
Só faltava esta. Depois de constranger passageiros a tirar sapatos, abrir malas, expurgar líquidos, passar por várias revistas e detectores e responder a perguntas simplórias sobre portar explosivos na bagagem, a política anti-terrorista americana quer determinar agora o que você pode fazer com seu computador.
Depois do “estupra, mas não mata” de Paulo Maluf e do “relaxe e goze” da Ministra do turismo, parece que as autoridades estavam tomando mais cuidado antes de falar de improviso. Mas o festival de frases infelizes que assola o país continua.
Um recall da empresa Mattel, que importa brinquedos de diversos países para o Brasil, acabou gerando uma crise de imagem, que certamente afetará a reputação e os negócios futuros da indústria.
O mês de agosto está pródigo em crises de imagem empresariais, crises financeiras, com respingos também em reputações pessoais. O mundo financeiro foi abalado por soluços na economia americana que ameaçaram a calmaria dos mercados e bolsas de valores dos últimos anos. A confiança do investidor foi atingida e os investidores estrangeiros fugiram das economias chamadas emergentes, como a do Brasil. Resultado: queda recorde na Bolsa de Valores, aumento do risco Brasil e do dólar.
O furo do jornal O Globo, em 23 de agosto, flagrando diálogos privados no e-mail de ministros do STF dá margem a inúmeras discussões. De um lado, aqueles que defendem a liberdade de opinião, sempre que a atuação do jornalista seja relevante para o leitor e estiver comprometida com o interesse público.









