
Relatório Anual de Crises de 2025 mostra crescimento das categorias cybercrime, má gestão e assédios
O ICM-Institute for Crisis Management, dos Estados Unidos - que há vários anos publica um Relatório Anual das principais crises corporativas no mundo – (1) registrou 1 milhão 232 mil notícias sobre crises em 2025, um aumento de 8% em relação a 2024. Mas, ainda significativamente abaixo do pico de quase dois milhões de casos registrados em 2023. As crises que dão sinais antes de acontecer (smoldering crises) (2) mantiveram sua posição histórica, representando 65% das notícias monitoradas, enquanto o cybercrime voltou a aparecer como a categoria com a maior proporção de notícias, ocupando um quarto do total das crises do ano. As crises repentinas (sudden crisis) representaram 35%. Várias categorias apresentaram variações surpreendentes, especialmente ações coletivas (*class actions lawsuits*), com percentual de 2,24% caiu para o menor nível; enquanto casos de assédio sexual (15,26%), tiveram um aumento fora do normal. Categoria esta que nunca apareceu com tanto destaque, em qualquer Relatório anterior.
O Egito foi o primeiro país alvo de protestos a perceber e temer a força da internet. No auge das manifestações na Praça Tahrir, o ditador Hosni Mubarak comandou o silêncio virtual do Egito, ao determinar o corte pelo menos em 88% dos serviços de conexão do país. A intervenção do governo egípcio foi tão violenta que surpreendeu os serviços de monitoramento mundial da rede. A ação inusitada aconteceu pela primeira vez na história da web.
Nas últimas semanas ditadores e déspotas de países do Oriente Médio devem estar fazendo a mesma pergunta que o Rei Luiz XVI, da França, fez aos criados, quando a Bastilha caiu, em 1789. Conta-se que o monarca francês perguntou: “É uma revolta?” “Não, Senhor”, foi a resposta. “É uma revolução”.
O Banco do Brasil anunciou esta semana o resultado de 2010: lucro líquido de de 11,7 bilhões, crescimento de 15,3% sobre 2009. Foi o melhor resultado na história bancária do país. O BB é uma empresa de economia mista, com 59,2% do capital pertencente ao Tesouro Nacional. Mas o que isso tem a ver com comunicação e crise?
No momento em que o governo brasileiro anuncia a intenção de colocar banda larga em todas as escolas públicas do país, se depender da conexão e da velocidade da internet no Brasil, jornalistas e empresários irão sofrer muito na Copa do Mundo.
Foram 18 dias de protestos, mas o povo do Egito pode comemorar. Pressionado pela reação popular, sem apoio dos antigos aliados no exterior e enfraquecido no próprio exército, o ditador do Egito Hosni Mubarak entregou o poder ao alto comando das Forças Armadas.
Brasília já se tornou folclore de malfeitos, por conta das estripulias de suas excelências, os parlamentares, junto com uma penca de aventureiros, que para cá se deslocam indicados para assumir cargos públicos. Embora não se comportem como servidores públicos. Apenas se servem do cargo. Justiça seja feita. A maioria deles não nasceu e nem tem vínculo com a cidade. São forasteiros. Brasília acaba estigmatizada por trapalhadas que não se devem aos seus filhos.









