
Uma guerra por impulso, sem aposta para acabar
Parte do mundo acordou na manhã de sábado, 28 de fevereiro, com as manchetes internacionais anunciando que os Estados Unidos, junto com Israel, haviam iniciado bombardeios ao Irã. Várias incursões foram realizadas contra a capital Teerã e cidades do interior, nas primeiras horas. A primeira coisa que a maioria da população se perguntou é se o Irã havia atacado um desses países. Não. Na início da noite em Washington; 8 horas da manhã em Tel Aviv e 10 horas em Teerã, os EUA, junto com Israel, iniciaram o bombardeio sobre a capital e algumas cidades do interior do Irã.
O atentado ocorrido em 15 de abril, na Universidade
Virgina Tech, nos Estados Unidos, mostra como situações de emergência podem pegar até mesmo universidades, com milhares de alunos, desprevenidas para comunicar e agir rapidamente diante de fatos trágicos e anormais dentro do campus. Ainda não se tem a história completa do que aconteceu, mas as primeiras informações dão conta de uma série de erros, omissões e falta de comunicação, que numa situação de crise deveriam estar previstas para evitar pelo menos a extensão da tragédia.









