
Quando o país naturaliza a morte, a crise já aconteceu
Armando Medeiros de Faria*
O Brasil convive diariamente com números que deveriam nos chocar. Mortes no trânsito, acidentes de trabalho, enchentes, deslizamentos, rompimentos de barragens, assassinatos. São dados que se acumulam em relatórios oficiais, manchetes de jornal e estatísticas públicas — e que, paradoxalmente, deixam de produzir espanto.
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A crise vai atingir seus clientes. Isso é a realidade. Portanto, não se preparar com antecedência para uma crise significa expor o cliente a um desastre em potencial. Em uma época em que más notícias e erros se tornam públicos e acabam virais na velocidade das mídias sociais, é absolutamente essencial ter um plano concreto de prevenção e resposta a crises. Se a organização não colocou ainda a gestão de crises no radar, é hora das empresas de assessoria alertarem. Quem se prepara, supera com mais facilidade eventuais acontecimentos que significam crises.
A 3ª edição do livro “Gestão de Crises e Comunicação – O que Gestores e Profissionais de Comunicação precisam saber para Enfrentar Crises Corporativas”, já está circulando e em oferta nas principais livrarias online do mercado. O Grupo Gen – Editora Atlas (www.grupogen.com.br) oferece a edição recém lançada com 20% de desconto. É o livro em português sobre gestão de crises mais atualizado, incluindo as principais crises ocorridas nos últimos anos, até mesmo as de 2018 e 2019: Vale, Chapecoense, Volks, Facebook, Samarco, Samsung, Museu Nacional, Boeing, Flamengo, United Airlines, atentados em escolas, o drama da imigração e as crises políticas do Brasil, entre outras.
O publisher do jornal americano The New York Times, A. G. Sulzberger, publicou nesta quinta-feira, 26/09, um denso Editorial naquele jornal, reagindo aos crescentes ataques à imprensa perpetrados por governantes populistas, tanto da direita quanto da esquerda. O editorial é quase um desabafo ante os constantes questionamentos a respeito do comportamento de jornalistas, ao enfoque do noticiário e dos veículos de comunicação, principalmente do presidente americano, Donald Trump.
O jornalista do New York Times, considerado um dos melhores jornais do mundo, lembra que o presidente americano achou uma forma escorregadia e desrespeitosa de fugir do confronto e da resposta, ao responder, quase sempre, que tudo o que não lhe agrada, trata-se de “fake news”. Ou seja, para ele, os jornalistas não passam de "fofoqueiros" que ficam inventando notícias todos os dias para incomodar os governantes. Perseguição ou vício que, infelizmente, começa a se disseminar por outros países, inclusive o Brasil.

A Comunicação no Brasil ficou mais pobre neste domingo, 25 de agosto. Perdeu o jornalista Francisco Viana, 67, que morreu em Salvador, de parada cardíaca. Chico Viana era um dos maiores especialistas em comunicação empresarial do País, e autor, entre outros tantos livros, do "De cara com a mídia", em que abordava a nova problemática do relacionamento entre empresas, mídia, sociedade e poder público. Uma obra considerada indispensável pelos profissionais envolvidos na comunicação corporativa e estudantes da área.
Na segunda quinzena de setembro, o Grupo Gen (Editora Atlas) estará colocando no mercado a 3ª edição do livro “Gestão de Crises e Comunicação - O que Gestores e Profissionais de Comunicação Precisam Saber para Enfrentar Crises Corporativas”. Desde junho, encontra-se esgotada a 2ª edição. Por isso, muitas pessoas têm procurado o livro e não o encontraram.
A 3ª edição sai completamente atualizada com 30 crises corporativas analisadas em “box” isolados do conteúdo geral, além de mais 20 crises citadas e comentadas no desenrolar do conteúdo. O livro contempla as últimas grandes crises corporativas ocorridas no Brasil e no mundo: Vale, Chapecoense, Volks, Facebook, Samarco, Samsung, Museu Nacional, Boeing, Flamengo, United Airlines, atentados em escolas, o drama da imigração e as crises políticas do Brasil, entre outras. Mesmo as crises anteriores, como a da Petrobras, de Fukushima e acidentes aéreos tiveram textos atualizados com as últimas informações.
O lançamento da série da HBO – Chernobyl – intensificou o interesse pela maior tragédia nuclear, ocorrida há 33 anos e que até 1991, quando acabou o regime soviético, sempre esteve envolta numa cortina de mistério e mentiras.
Nunca se soube, e provavelmente nunca se saberá, a extensão do que realmente aconteceu em abril de 1986, na pequena cidade de Pripyat, no interior da Ucrânia. Mas Chernobyl foi o acidente que mais perto chegou do potencial de um desastre nuclear de dimensões continentais, desde que a energia nuclear começou a ser explorada.
Fora as grandes guerras e os genocídios que respondem pela morte de milhões de pessoas, qual a tragédia da humanidade – não levando em conta desastres naturais - que poderia ser considerada a pior crise ou o pior acidente dos tempos modernos? Não é difícil tentar adivinhar. Certamente o acidente nuclear de Chernobyl despontaria como o “maior desastre antropogênico da história da humanidade”, segundo Viktor Sushko, vice-diretor-geral do Centro Nacional de Pesquisa Médica de Radiação (NRCRM), localizado em Kiev, Ucrânia.








