
O homem que sabia e não conseguiu impedir o atentado do 11 de setembro de 2001
25 anos do atentado do 11 de setembro. Uma data que ficou marcada na história como um marco, ainda que trágico, do verdadeiro início do século XXI. A cada ano da tragédia, uma história que continua sendo contada e não acaba. Por que a nação mais armada do mundo não conseguiu impedir um atentado no coração do país, como um desafio ao poderoso sistema de defesa americano?
Artigos, documentários, filmes tentam contar a história, a cada ano com novas informações, que surpreendem pela forma como tudo aconteceu. Onde a segurança do país falhou em permitir que quatro aviões fossem sequestrados, por terroristas da Al-Qaeda, e se tornassem verdadeiros mísseis, atacando edifícios públicos, dentro do território americano e causando 2.977 mortes. Socorristas e sobreviventes faleceram nos anos seguintes em decorrência de cânceres e doenças pulmonares causados pela poeira tóxica dos escombros, superando em muito o número de mortes registradas no próprio dia do ataque.
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A televisão deixou de ser o principal meio de entretenimento dos brasileiros. Assistir a filmes em casa e navegar na internet são as principais formas de lazer para mais da metade dos brasileiros. Enquanto nos EUA, na Inglaterra, Alemanha e no Japão, a TV ainda tem mais de 66% de preferência, como entretenimento, no Brasil esse índice é de 46%.
O Brasil é um país realmente incrível. Quando todo mundo deveria aplaudir a diretoria da Infraero por tomar uma atitude que demorou muito tempo para ser tomada, os padrinhos dos apadrinhados fazem muxoxo e vão chorar suas mágoas no Planalto.
A recente discussão entre o presidente do STF e o ministro Joaquim Barbosa não teria tanta repercussão, se tivesse acontecido há 20 anos, quando a mídia eletrônica era incipiente. O poder de disseminação das imagens por meio da TV e dos sites eletrônicos maximizou o acalorado confronto. A ponto de as torcidas e até a mídia se dividirem a favor do presidente do STF ou do ministro Joaquim Barbosa.
O mundo virtual não poupa ninguém. Domino’s, a maior cadeia americana de pizza, enfrenta desde segunda-feira, 13, uma grave crise, quando dois empregados da empresa, em Conover, Carolina do Norte, jogaram na internet cenas grotescas, enquanto eles preparavam alimentos para serem servidos.
A polêmica entrevista concedida à Folha de S. Paulo pelo ex-dirigente do grupo Var-Palmares, Antonio Roberto Espinosa, que combateu a ditadura nos anos 60 e 70, rendeu desmentido da fonte e cobranças do Ombudsman do jornal. Na entrevista, o ex-militante teria admitido que o grupo planejou o sequestro do então ministro da Fazenda Delfim Netto. A ministra Dilma Rousseff participou desse grupo e, segundo a matéria, tomou conhecimento dos planos do sequestro, embora não tivesse missão diretiva no grupo.
É impressionante como algumas figuras públicas fazem uma força danada para estar nas manchetes negativas. E depois se queixam dos jornalistas. Jogador de futebol, então, é uma categoria que vez ou outra sai do caderno de esportes e pula para as páginas policiais. Depois de Ronaldo e os travestis, de Robinho acusado e absolvido de estupro, agora é o Adriano, vulgo imperador, que continua pregando algumas. Na Copa do Mundo, após a derrota do Brasil para a França, foi flagrado junto com alguns colegas “comemorando” numa boate da Alemanha. Ultimamente as notícias sobre o jogador estão mais ligadas à noite do que aos gramados.









