O mundo assiste estarrecido há pelo menos um ano duas crises mundiais, sem que a ONU, a União Europeia e outros organismos internacionais consigam pelo menos amenizar, para não dizer resolver. Entre as várias crises que ocorrem hoje no mundo, duas chamam a atenção.

Uma delas é o drama da corrente migratória da África em direção à Europa por refugiados de países pobres, muitos deles com guerras e revoltas de grupos armados, milícias, terroristas e toda sorte de tragédias humanas. A Itália há uma semana pediu socorro à ONU pela quantidade de refugiados que chegam, principalmente ao porto de Siracusa, na Ilha da Sicília, o mais próximo acesso à Europa para quem vem da África. O país não tem mais condições de abrigar milhares de pessoas que chegam, a maioria só com a roupa do corpo. A onda de migração da África para a Europa deixou de ser um problema restrito a algumas minorias para se tornar uma tragédia mundial, pelos riscos que representa e pelo número de mortos, vítimas de quadrilhas inescrupulosas que os despejam em embarcações frágeis e inseguras.

A outra crise, que parece não ter fim, envolve o combate internacional ao chamado Exército Islâmico, o Isis, que continua ocupando territórios no norte do Iraque e em várias regiões da Síria. Apesar da coalizão internacional, que combate sem tréguas o grupo terrorista, ele parece não se intimidar. Há estudos de que o Isis vem perdendo poder, confinado a alguns territórios dos países em conflito. Por isso, tem intensificado a propaganda terrorista, com vídeos de decapitações e matanças indiscriminadas de inocentes, como aconteceu este fim de semana com 28 cristãos da Etiópia. Acossados pelos bombardeios, os terroristas parecem não se intimidar. Fazem questão de mostrar execuções no litoral da Líbia e do Egito e tentáculos do exército islâmico já foram detectados também no Afeganistão e Paquistão. Leia o artigo sobre o tema.

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