
Relatório Anual de Crises de 2025 mostra crescimento das categorias cybercrime, má gestão e assédios
O ICM-Institute for Crisis Management, dos Estados Unidos - que há vários anos publica um Relatório Anual das principais crises corporativas no mundo – (1) registrou 1 milhão 232 mil notícias sobre crises em 2025, um aumento de 8% em relação a 2024. Mas, ainda significativamente abaixo do pico de quase dois milhões de casos registrados em 2023. As crises que dão sinais antes de acontecer (smoldering crises) (2) mantiveram sua posição histórica, representando 65% das notícias monitoradas, enquanto o cybercrime voltou a aparecer como a categoria com a maior proporção de notícias, ocupando um quarto do total das crises do ano. As crises repentinas (sudden crisis) representaram 35%. Várias categorias apresentaram variações surpreendentes, especialmente ações coletivas (*class actions lawsuits*), com percentual de 2,24% caiu para o menor nível; enquanto casos de assédio sexual (15,26%), tiveram um aumento fora do normal. Categoria esta que nunca apareceu com tanto destaque, em qualquer Relatório anterior.

O Brasil se prepara para receber milhões de turistas domésticos e estrangeiros nos próximos anos. Apesar dos alertas e das promessas, a falta de profissionalismo, respeito e atenção ao turista continuam às vésperas dos dois maiores eventos esportivos do planeta. O foco, no caso é a Bahia, estado famoso exatamente pelo produto mais conhecido, o turismo.
Ter planos de crise apropriados aumenta imensamente as chances de uma organização se sair bem quando tiver um problema. Enquanto nós estamos vendo um aumento significativo no número de organizações que têm planos de gestão de crises, a grande maioria desses planos ainda são lamentavelmente inadequados.
Comandante fez como Schettino, na Itália, abandonou o navio.
A mídia, por enquanto, dá pouco destaque à tragédia que ocorreu na manhã de terça-feira (8h55 hora local, 20h55 no Brasil) na Coreia do Sul. Mas, sob todos os aspectos, o naufrágio de um navio de médio porte, transportando 475 pessoas, a maioria estudantes de uma escola coreana, tem componentes mais trágicos do que o acidente com o navio de cruzeiro Costa Concordia, em janeiro de 2012, no litoral da Itália.
“A mídia não é guardiã da reputação pública das organizações”.*
O que uma organização da dimensão e importância da Petrobras deveria fazer para tentar conter a crise atual, cada vez mais desgastante para a sua reputação? Vale recorrer aos especialistas em gestão de crises, principalmente aqueles chamados para socorrer empresas do porte de uma das maiores petroleiras do mundo e que vê dia a dia a reputação esvair-se no escrutínio da opinião pública.
Por que temos uma semana de 40 horas de trabalho (e porque devemos repensar isso)?
"Contanto que você faça suas oito horas de trabalho". Eu costumava ouvir muito essa frase. A ideia é, desde que você trabalhe durante um determinado período de tempo (normalmente pelo menos oito horas ou mais), você irá fazer bem o seu trabalho e será bem sucedido."
As crises corporativas sempre representam uma ameaça. Mas hoje são as crises nas redes sociais que assustam muita gente, até mesmo empresas que se acham preparadas para as maiores surpresas negativas.
Para o especialista americano em gestão de crises, Jonathan Bernstein, mais cedo ou mais tarde, você vai se ver fazendo gestão de crises nas redes sociais, queira ou não.









