
Por que a mídia e órgãos fiscalizadores falharam no escândalo do Master?
O Brasil, desde novembro, está assistindo o desenrolar de um dos maiores escândalos financeiros do país: o crescimento vertiginoso e a liquidação escandalosa do Banco Master. O banco de investimentos fundado pelo empresário Daniel Volcaro há pouco mais de 8 anos. Segundo a jornalista Consuelo Dieguez, em reportagem publicada este mês na revista Piauí (1), “ o banco Master nasceu, cresceu, pintou e bordou debaixo do nariz do economista Roberto Campos Neto, que presidiu o BC de fevereiro de 2019 a dezembro de 2024. O Master pedia autorização para atuar no mercado desde 2017, mas durante a presidência de Ilan Goldfajn, nunca conseguiu o sinal verde. Em 2019, sob a administração de Campos Neto, Vorcaro chegou lá. A licença causou alguma surpresa, já que, entre os critérios para autorizar um banqueiro no mercado, está a exigência de “reputação ilibada”.
O Congresso Mega Brasil de Comunicação 2011, encerrado sexta-feira (27), em São Paulo, consagrou as redes sociais como o grande desafio do momento para os profissionais do século XXI. O evento reuniu, durante quatro dias, mais de 850 profissionais da área, entre participantes do Congresso, dos demais eventos, além de palestrantes e moderadores.
Os franceses estão chocados com o tratamento dado pelos americanos a DSK, como eles chamam o poderoso e galanteador Dominique Strauss-Kahn, ex-diretor do Fundo Monetário Internacional. Eles acham que os americanos exageraram ao expor algemado, para a mídia mundial, o até então favorito nas pesquisas para presidente da França, por uma acusação de assédio sexual.
Na semana passada, instalou-se uma polêmica nos meios acadêmicos e pedagógicos, quando a imprensa divulgou trechos do livro de Heloísa Ramos, "Por uma vida melhor", aprovado pelo Ministério da Educação. O livro, ao tratar da diferença entre língua oral e escrita, afirma ser possível dizer, em determinados contextos, "os livro ilustrado mais interessante estão emprestado". Ou seja, abre mão da concordância em benefício do falar popular.
A multinacional Sony, pioneira em muitas parafernálias tecnológicas, quando não havia internet, entre elas o popular walkman, enfrenta no momento uma grave crise, com o vazamento de dados de 77 milhões de usuários do PlayStation Network PSN (rede online de jogos da Sony), um de seus produtos mais populares. Hackers invadiram a rede on line e roubaram dados pessoais dos usuários.
Que medidas emergenciais devem ser tomadas quando uma organização perceber que está diante de uma crise grave? Para o especialista em Crisis Management e instrutor de cursos de gestão de crises e comunicação, na Inglaterra, Jonathan Boddy, “a reputação de uma organização existe em grande parte naquilo em que as pessoas acreditam dela”.
Julgamentos apressados sobre o papel da imprensa nas crises podem levar ao entendimento de que a mídia deve preservar as instituições. Mas, para o executivo, “a mídia não é guardiã da reputação pública de uma organização nem de um indivíduo” e, por isso mesmo, deve ser acompanhada com muita atenção em situações negativas.
Artigo publicado neste domingo no The Observer, de Londres, mostra que muitos trabalhadores não têm nada a comemorar neste Dia do Trabalho. Principalmente em países emergentes, com alta demanda de mão-de-obra, por causa da explosão econômica, como a China. Por trás, a pressão de multinacionais de tecnologia, como Apple, HP, Intel, Dell e outras para atender à demanda mundial por seus produtos.









