
Relatório Anual de Crises de 2025 mostra crescimento das categorias cybercrime, má gestão e assédios
O ICM-Institute for Crisis Management, dos Estados Unidos - que há vários anos publica um Relatório Anual das principais crises corporativas no mundo – (1) registrou 1 milhão 232 mil notícias sobre crises em 2025, um aumento de 8% em relação a 2024. Mas, ainda significativamente abaixo do pico de quase dois milhões de casos registrados em 2023. As crises que dão sinais antes de acontecer (smoldering crises) (2) mantiveram sua posição histórica, representando 65% das notícias monitoradas, enquanto o cybercrime voltou a aparecer como a categoria com a maior proporção de notícias, ocupando um quarto do total das crises do ano. As crises repentinas (sudden crisis) representaram 35%. Várias categorias apresentaram variações surpreendentes, especialmente ações coletivas (*class actions lawsuits*), com percentual de 2,24% caiu para o menor nível; enquanto casos de assédio sexual (15,26%), tiveram um aumento fora do normal. Categoria esta que nunca apareceu com tanto destaque, em qualquer Relatório anterior.
Nesta terça-feira, 23, os principais executivos das maiores empresas públicas e privadas do planeta, incluindo as 500 maiores empresas com ações nas bolsas americanas, receberam uma carta de um dos investidores mais influentes do mundo. E o que ele diz é provável que cause uma tempestade nos escritórios das grandes empresas por todos os quadrantes e provoque um debate sobre a responsabilidade social que se estende de Wall Street à City de Londres.
“Quando o motorista de caminhão Chris Gromek quer saber o que realmente está acontecendo em Washington, ele acompanha pela Internet e pelo rádio via satélite. Ele já não alterna os canais de TV, porque redes como Fox News e MSNBC entregam histórias conflitantes contaminadas pela política, diz ele. "Onde está a verdade?" pergunta o morador da Carolina do Norte, de 47 anos.”
Se no exterior, tivemos o ano dos atentados e dos desastres naturais, como marca das crises, no Brasil continuamos com três grandes crises que desde 2015 marcam o País: política, econômica e ética. Esta, representada pelos políticos, lobistas e executivos que, apesar da Lava Jato, continuaram saqueando o Brasil e as empresas do governo. É como uma praga, não há inseticida que extermine essa peste que impregna todos os escalões da política e da gestão do País.
2017 acabou. E não deixa saudades. Começou com um primeiro choque, simbolizado na posse do presidente mais controverso da história americana. O mundo enfrentou uma onda de atentados, sem preferência pelos alvos, dos países desenvolvidos aos mais atrasados. Da Europa à África. Desastres naturais cada vez mais intensos e caros; crises políticas, como na Turquia, Venezuela e Espanha; e a triste saga da migração de refugiados. Foram as áreas onde sobressaíram as crises do mundo no ano que passou.
O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, aproveitou uma entrevista à BBC Radio 4’s Today, concedida ao Príncipe Harry, para advertir contra o uso irresponsável das mídias sociais e, de forma indireta, dar um puxão de orelhas no presidente Donald Trump, que faz das redes sua principal tribuna no cargo. A entrevista foi gravada em setembro, em Toronto, no Canadá, e divulgada nesta quarta-feira (27).
Um plano de gerenciamento de crises (CMP - Crisis Management Plan) é um documento que descreve os processos que uma empresa usará para responder a uma situação crítica que afetaria negativamente a lucratividade, reputação ou capacidade de operação de uma organização para operar. Os CMPs são usados por equipes de continuidade de negócios*, equipes de gerenciamento de emergência, de gerenciamento de crises e de avaliação de danos. Neste caso, o objetivo é evitar danos ou minimizá-los.**









