
A Copa do Mundo não é nossa: discriminação, racismo e mercantilismo
Quatro anos passam rápido. O Brasil se preparou para aquele tradicional período em que, de norte a sul, muita gente começa a curtir o clima de Copa do Mundo e, naturalmente, da seleção brasileira de futebol, como favorita para ganhar mais um título. Aquele clima de “Pra frente Brasil”... Não é o caso agora. O grupo de jogadores convocados pelo técnico Carlos Ancelotti em sua maioria não joga no Brasil e alguns nunca jogaram. Foram direto para usufruir dos cofres cheios das equipes da Liga dos Campeões da Europa ou para outros países, com salários bem superiores aos pagos no Brasil. “Como a grande maioria deixa o país muito cedo para se formar sob a lógica europeia, o torcedor perdeu a convivência e a criação de memórias afetivas com seus craques.” Quem diz é a psicóloga e escritora Ana Paula Hornos, em artigo publicado no jornal “O Estado de São Paulo” de 13 de junho de 2026.
Quantos porta-vozes sua organização possui? A resposta correta é “tantos quantos empregados eu tenho”. Essa pergunta, feita pelo especialista em gestão de crises, Jonathan Bernstein, serve como pretexto para uma série de dicas sobre como administrar a crise com o público interno. Em momentos difíceis, as organizações se preocupam com a mídia ou stakeholders externos. E esquecem o principal público: os empregados.
O governo da Argentina parece que gosta de brincar com fogo. Ou está procurando começar uma crise internacional. Para isso, vai “buscar enemigos fuera para tapar lo de dentro", como diz um jornalista espanhol.
A agênca Young & Rubicam, Buenos Aires, contratou um grupo de atletas argentinos. Simulando que iam participar de uma maratona, eles entraram nas Malvinas e a agência gravou de maneira clandestina um anúncio publicitário associado às Olimpíadas.
O recorde de 24,4% de desemprego na Espanha e 21,8% na Grécia, além de mostrar a fragilidade da economia dos países da zona do Euro, trouxe um efeito devastador no equilíbrio psicológico dos habitantes. Os desempregados na Europa já chegam a 25 milhões.
O Instituto Pró-Livro divulgou a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, feita em 2011. O objetivo foi levantar o perfil do leitor e do não leitor brasileiro, as preferências e as barreiras à penetração da leitura no país. É um retrato bastante bastante denso dos hábitos de leitura dos brasileiros. A surpresa foi que andamos para trás.
Um estudo corrobora a antiga crença de que um sentimento de comiseração (mais do que compaixão), com as partes ofendidas numa crise, desempenha papel fundamental na restauração da reputação de uma marca.
Não há como evitar. Pauta obrigatória de eventos de comunicação, ou mesmo das conversas entre especialistas e interessados no tema, as mídias sociais viraram a questão do momento para a área de comunicação das empresas. Não apenas por estar na moda. Mas porque representam um risco potencial de crises para a marca.









