
Relatório Anual de Crises de 2025 mostra crescimento das categorias cybercrime, má gestão e assédios
O ICM-Institute for Crisis Management, dos Estados Unidos - que há vários anos publica um Relatório Anual das principais crises corporativas no mundo – (1) registrou 1 milhão 232 mil notícias sobre crises em 2025, um aumento de 8% em relação a 2024. Mas, ainda significativamente abaixo do pico de quase dois milhões de casos registrados em 2023. As crises que dão sinais antes de acontecer (smoldering crises) (2) mantiveram sua posição histórica, representando 65% das notícias monitoradas, enquanto o cybercrime voltou a aparecer como a categoria com a maior proporção de notícias, ocupando um quarto do total das crises do ano. As crises repentinas (sudden crisis) representaram 35%. Várias categorias apresentaram variações surpreendentes, especialmente ações coletivas (*class actions lawsuits*), com percentual de 2,24% caiu para o menor nível; enquanto casos de assédio sexual (15,26%), tiveram um aumento fora do normal. Categoria esta que nunca apareceu com tanto destaque, em qualquer Relatório anterior.
Altos níveis de obesidade ameaçam vários países da Europa até o fim da década, com tendência de piora até 2030, segundo projeções da Organização Mundial da Saúde (OMS). Na Irlanda, com a maior ameaça, 91% dos homens estarão com sobrepeso em 2030 (hoje são 76%). Malta, Islândia, Espanha, Grécia, República Checa e Polônia também padecem da mesma ameaça, com índices previstos de sobrepeso que variam de 77% a 88% dos homens adultos para 2030.
“O principal risco financeiro para os EUA, hoje, é muito parecido com o que causou tantos problemas em 2007-2008: grandes bancos excessivamente endividados e muito pouco capital acionário em seus balanços. Regulamentações distintas em diferentes países no mundo, para não mencionar fiscalização adormecida, agravam essa vulnerabilidade estrutural. Já vimos esse filme e a coisa acabou mal. Da próxima vez poderá ser um show de horror ainda pior”.
A Petrobras conseguiu dar uma respirada, após meses na UTI. A divulgação do balanço, ontem, se dá algum fôlego à companhia, expõe uma das maiores crises e os prejuízos financeiros e reputacionais provocados pela incompetência, má gestão e irresponsabilidade administrativa na maior empresa brasileira por pessoas que deveriam estar lá para preservá-la, torná-la mais forte e mantê-la como uma das forças da economia brasileira.
O mundo assiste estarrecido há pelo menos um ano duas crises mundiais, sem que a ONU, a União Europeia e outros organismos internacionais consigam pelo menos amenizar, para não dizer resolver. Entre as várias crises que ocorrem hoje em muitos países, duas passaram a chamar mais a atenção.
Exatamente um ano depois de uma das maiores tragédias da Coreia do Sul em tempos de paz, a rotina dos barcos e navios que partem dos portos em direção a cidades e ilhas mudou completamente. Estivadores preparam um ferryboat para uma viagem de quatro horas e meia para Mokpo, no sudoeste do país, e fazem a checagem da carga nos porões do navio. Caminhões são amarrados no convés e a tripulação entregou às autoridades portuárias o atestado de peso da carga.
O país assiste há duas semanas a um debate tão pobre quanto inútil para ajudá-lo a encontrar caminhos que o levem a vencer a crise. A questão que não deixa a presidente da República dormir, mantém Renan Calheiros amuado e mexe com os brios do PMDB é a nomeação do ex-deputado, candidato derrotado ao governo do Rio G.do Norte, Henrique Alves, para o Ministério do Turismo. Quanta energia e papel inúteis têm-se gastado nesse debate que não deveria passar de uma nota de pé de página nos jornais.









