
A Copa do Mundo não é nossa: discriminação, racismo e mercantilismo
Quatro anos passam rápido. O Brasil se preparou para aquele tradicional período em que, de norte a sul, muita gente começa a curtir o clima de Copa do Mundo e, naturalmente, da seleção brasileira de futebol, como favorita para ganhar mais um título. Aquele clima de “Pra frente Brasil”... Não é o caso agora. O grupo de jogadores convocados pelo técnico Carlo Ancelotti em sua maioria não joga no Brasil e alguns nunca jogaram. Foram direto para usufruir dos cofres cheios das equipes da Liga dos Campeões da Europa ou para outros países, com salários bem superiores aos pagos no Brasil. “Como a grande maioria deixa o país muito cedo para se formar sob a lógica europeia, o torcedor perdeu a convivência e a criação de memórias afetivas com seus craques.” Quem diz é a psicóloga e escritora Ana Paula Hornos, em artigo publicado no jornal “O Estado de São Paulo” de 13 de junho de 2026.

A Comunicação no Brasil ficou mais pobre neste domingo, 25 de agosto. Perdeu o jornalista Francisco Viana, 67, que morreu em Salvador, de parada cardíaca. Chico Viana era um dos maiores especialistas em comunicação empresarial do País, e autor, entre outros tantos livros, do "De cara com a mídia", em que abordava a nova problemática do relacionamento entre empresas, mídia, sociedade e poder público. Uma obra considerada indispensável pelos profissionais envolvidos na comunicação corporativa e estudantes da área.
Na segunda quinzena de setembro, o Grupo Gen (Editora Atlas) estará colocando no mercado a 3ª edição do livro “Gestão de Crises e Comunicação - O que Gestores e Profissionais de Comunicação Precisam Saber para Enfrentar Crises Corporativas”. Desde junho, encontra-se esgotada a 2ª edição. Por isso, muitas pessoas têm procurado o livro e não o encontraram.
A 3ª edição sai completamente atualizada com 30 crises corporativas analisadas em “box” isolados do conteúdo geral, além de mais 20 crises citadas e comentadas no desenrolar do conteúdo. O livro contempla as últimas grandes crises corporativas ocorridas no Brasil e no mundo: Vale, Chapecoense, Volks, Facebook, Samarco, Samsung, Museu Nacional, Boeing, Flamengo, United Airlines, atentados em escolas, o drama da imigração e as crises políticas do Brasil, entre outras. Mesmo as crises anteriores, como a da Petrobras, de Fukushima e acidentes aéreos tiveram textos atualizados com as últimas informações.
O lançamento da série da HBO – Chernobyl – intensificou o interesse pela maior tragédia nuclear, ocorrida há 33 anos e que até 1991, quando acabou o regime soviético, sempre esteve envolta numa cortina de mistério e mentiras.
Nunca se soube, e provavelmente nunca se saberá, a extensão do que realmente aconteceu em abril de 1986, na pequena cidade de Pripyat, no interior da Ucrânia. Mas Chernobyl foi o acidente que mais perto chegou do potencial de um desastre nuclear de dimensões continentais, desde que a energia nuclear começou a ser explorada.
Fora as grandes guerras e os genocídios que respondem pela morte de milhões de pessoas, qual a tragédia da humanidade – não levando em conta desastres naturais - que poderia ser considerada a pior crise ou o pior acidente dos tempos modernos? Não é difícil tentar adivinhar. Certamente o acidente nuclear de Chernobyl despontaria como o “maior desastre antropogênico da história da humanidade”, segundo Viktor Sushko, vice-diretor-geral do Centro Nacional de Pesquisa Médica de Radiação (NRCRM), localizado em Kiev, Ucrânia.
Rosângela Florczak*
Não faltam, no cotidiano dos profissionais que trabalham com comunicação e gestão de crise, exemplos de situações que carregam em si uma boa dose de absurdo. Os consultores e assessores são contratados para dar as melhores recomendações, montar estratégias coerentes e executá-las com rigor técnico diante das ameaças à reputação de marcas, empresas ou personalidades públicas – sejam elas jogadores de futebol, artistas ou políticos. Acontece, em um grande número de ocasiões, que quem os contratou não se deixa assessorar.

O banco de dados Brainwash, criado por pesquisadores da Universidade de Stanford, continha mais de 10.000 imagens e quase 82.000 cabeças anotadas nos registros no fim de 2018.
Na sociedade vigiada em que vivemos, câmeras em elevadores, estações do metrô, trens, ônibus, aeroportos, repartições públicas e até no prédio onde você mora se tornaram rotina. Ninguém está livre de ser monitorado 24 horas por dia, nos locais públicos da cidade ou da estrada. Mas o processo de invasão da privacidade avança para ter todos os seus movimentos, com muito mais precisão, por meio do reconhecimento facial.
Embora a paisagem atual do ambiente dos negócios seja volátil, principalmente num mundo em que os cenários mudam com uma rapidez incrível, há uma oportunidade de gerenciar o risco de maneira inteligente. O estado de prontidão de uma empresa para uma eventual crise pode afetar drasticamente os resultados e os benefícios, além de importantes para a reputação, podem ser materiais: um estudo mostra que as empresas percebidas como tendo respondido bem a uma crise experimentaram, em média, um ganho de 22% no valor das ações*. Em contraposição, empresas que tiveram crises graves sofreram imediato impacto no valor de mercado.








