
A Copa do Mundo não é nossa: discriminação, racismo e mercantilismo
Quatro anos passam rápido. O Brasil se preparou para aquele tradicional período em que, de norte a sul, muita gente começa a curtir o clima de Copa do Mundo e, naturalmente, da seleção brasileira de futebol, como favorita para ganhar mais um título. Aquele clima de “Pra frente Brasil”... Não é o caso agora. O grupo de jogadores convocados pelo técnico Carlos Ancelotti em sua maioria não joga no Brasil e alguns nunca jogaram. Foram direto para usufruir dos cofres cheios das equipes da Liga dos Campeões da Europa ou para outros países, com salários bem superiores aos pagos no Brasil. “Como a grande maioria deixa o país muito cedo para se formar sob a lógica europeia, o torcedor perdeu a convivência e a criação de memórias afetivas com seus craques.” Quem diz é a psicóloga e escritora Ana Paula Hornos, em artigo publicado no jornal “O Estado de São Paulo” de 13 de junho de 2026.
A crise vivenciada pelo MEC, em função do cancelamento das provas do Enem, ao que tudo indica ocorreu pela falta de avaliação dos riscos da operação. Já se descobriu como se deu o vazamento. Mas pelas informações disponíveis, a quebra da segurança, com o cancelamento e consequente prejuízo financeiro e ameaça à imagem do certame, seria resultado também do açodamento do MEC em realizá-lo. Não levou em conta os riscos da operação, pela sua complexidade e dimensão, e a falta de qualificação do consórcio contratado.
A crise econômica não causou estragos apenas nas contas dos governos e empresas. O desemprego afetou muita gente. Mas parece ter atingido mais as famílias de classe média e renda baixa. Desestruturados profissionalmente, os pais, com baixa autoestima, não conseguem manter a família unida. Com isso, um subproduto da crise, constatado por psicólogos e autoridades, é o aumento da violência juvenil, principalmente em países desenvolvidos como Inglaterra, França e Itália.
O jornal britânico The Guardian tem promovido, desde o ano passado, uma série de encontros com jornalistas da redação e convidados para discutir a transição do jornalismo tradicional e os desafios da web.
Barack Obama e Gordon Brown controlam hoje duas potências mundiais, mas nos últimos dias enfrentam crises internas que corroem o prestígio e o apoio que detinham há poucos meses. Obama logo após a posse chegou a ter 70% de aprovação.
Os jornais americanos, depois de amargar prejuízos, demissões e até fechamento de alguns títulos, apresentaram lucros no segundo trimestre. Três grandes empresas, que publicam o New York Times, Washington Post e USA Today, somando juntos 3,81 milhões de exemplares diários, surpreenderam o mercado com os resultados.
“Um importante capítulo em nossa história chegou ao fim”. Assim se expressou Obama na homenagem ao Senador Edward Kennedy, morto dia 25 nos EUA.









