
A Copa do Mundo não é nossa: discriminação, racismo e mercantilismo
Quatro anos passam rápido. O Brasil se preparou para aquele tradicional período em que, de norte a sul, muita gente começa a curtir o clima de Copa do Mundo e, naturalmente, da seleção brasileira de futebol, como favorita para ganhar mais um título. Aquele clima de “Pra frente Brasil”... Não é o caso agora. O grupo de jogadores convocados pelo técnico Carlo Ancelotti em sua maioria não joga no Brasil e alguns nunca jogaram. Foram direto para usufruir dos cofres cheios das equipes da Liga dos Campeões da Europa ou para outros países, com salários bem superiores aos pagos no Brasil. “Como a grande maioria deixa o país muito cedo para se formar sob a lógica europeia, o torcedor perdeu a convivência e a criação de memórias afetivas com seus craques.” Quem diz é a psicóloga e escritora Ana Paula Hornos, em artigo publicado no jornal “O Estado de São Paulo” de 13 de junho de 2026.
Regiões brasileiras já chegaram a um cenário tão crítico em seus sistemas de saúde por causa da covid-19. Por causa disso, especialistas defendem a necessidade de uma maior restrição da circulação de pessoas e até "lockdowns”. A repórter Juliana Gragnani, da BBC Brasil, explica em reportagem publicada no início do mês, quais são os sete erros que, segundo eles, empurraram o país para esse caminho. Ao invés de o País ter encontrado um caminho, ao entrar no terceiro mês da pandemia, não há uma luz no fim do túnel, ao contrário. Já há um consenso, até internacional, de que o governo, batendo cabeça com os estados e municípios, não sabe o que fazer na crise.
“O sociólogo americano Jeremy Rifkin, que se define como ativista em favor de uma transformação radical do sistema baseado em petróleo e outros combustíveis fósseis, passou décadas exigindo uma mudança da sociedade industrial para modelos mais sustentáveis. Rifkin é consultor de governos e empresas em todo o mundo.” O sociólogo concedeu entrevista a Juan M. Zafra, para a Revista Telos, de Fundación Telefónica, reproduzida também pela BBC (Mundo). A conversa foi iniciada em dezembro de 2019, e só foi terminar em 9 de abril, quando a Europa estava no auge da crise do coronavírus e os Estados Unidos ainda não tinham muitos casos do vírus. A íntegra foi publicada em 21 de abril de 2020.
Depois de quatro meses em que a história do mundo está sendo revista, quando a China deu o alarme de uma pandemia sem precedentes nos anais da OMS, as empresas começam a pensar como será o "novo normal", como se batizou o que no passado chamávamos de "day after" da III Guerra Mundial, se tivesse ocorrido. Muitos países, incluindo o Brasil, ainda estão no auge da pandemia, registrando, alguns deles, mais de 500, 600 mortos por dia. Outros, já começam a liberar escolas e segmentos do comércio e da indústria. Mas será que o mundo está preparado para voltar às ruas e continuar a vida como antes? Essas e outras reflexões surgiram hoje na "Live" promovida pela Santa Fé Ideias Comunicação, suscitando várias premissas que selecionamos, quando fizemos a pesquisa sobre o tema da "Live". São apenas inputs que pretendem estimular a continuação da pesquisa sobre o tema.

“Deste Planalto Central, desta solidão que em breve se transformará em cérebro das mais altas decisões nacionais, lanço os olhos mais uma vez sobre o amanhã do meu país e antevejo esta alvorada, com fé inquebrantável e uma confiança sem limites no seu grande destino.” (Juscelino Kubitschek)
“Brasília é a manifestação inequívoca de fé na capacidade realizadora dos brasileiros, triunfo de espírito pioneiro, prova de confiança na grandeza deste país, ruptura completa com a rotina e o compromisso.” (Juscelino Kubitschek)
“Deixemos entregues ao esquecimento e ao juízo da história os que não compreenderam e não amaram esta obra.” (Juscelino Kubitschek)
Foto feita da Estação Espacial Internacional pelo astronauta russo Sergey Ryazanskiy, em 2017.
Como foi possível a ciência, que possibilitou ao homem pousar na Lua, colocou satélites no espaço, que permitem saber exatamente onde você está, faz aviões e carros praticamente andarem sozinhos, consegue produzir o clone de uma ovelha, faz cirurgias num feto, ainda no útero da mulher, fabrica robôs quase inteligentes e tantos avanços, que seria enfadonho enumerar, ser colhida de surpresa por um vírus que, segundo consta, nasceu num mercado de carnes em Wuhan, na China? E, pasmem, esse vírus põe o mundo todo, governantes, líderes políticos, médicos, pesquisadores, estrategistas e economistas, todos de joelhos. O médico e editor da revista científica The Lancet publicou artigo no jornal britânico The Guardian, respondendo, de certo modo, a essa pergunta: O coronavírus é a maior falha de política científica global em uma geração. Não temos dúvidas.
Depoimento da ministra das Relações Exteriores da Coreia do Sul, Kang Kyung-wha, dá uma ideia de como o país conseguiu enfrentar o coronavírus, com baixa taxa de letalidade e sem prejudicar a economia. O depoimento foi publicado no site do World Economic Forum*, em 31 de março último.
Apesar de um aumento repentino de infecções, a Coreia do Sul agora está vencendo a luta contra o coronavírus COVID-19. As regiões compartilharam médicos e abriram seus hospitais para outros pacientes. Os testes estão no centro da estratégia de combate ao coronavírus do país.









