
Maior crise corporativa do país completa sete anos
O rompimento da barragem da mineradora Vale, em Brumadinho, completou sete anos no último dia 25 de janeiro. É considerada a maior crise corporativa da história do país, não apenas pelo número de vítimas, 272 pessoas, como pelo impacto dos rejeitos despejados no meio ambiente da região. Dano esse irreparável e que irá perdurar por muitos anos. Aproveitando essa data, que deverá ser lembrada todos os anos, principalmente pelos parentes das vítimas, publicamos artigo do saudoso jornalista Francisco Viana, que em março de 2019, poucos dias após o rompimento, fez uma excelente reflexão sobre essa tragédia. Chico Viana faleceu sete meses após esse acidente, em 25 de agosto de 2019.
Em Londres, o Parlamento britânico acusou hoje os executivos do HSBC de incompetentes, por ignorarem as atividades de sonegação de impostos que ocorreram na filial da Suíça. Ao ouvir executivos sobre o chamado Swissleaks, os parlamentares se referiam, entre outros, a Chris Meares, ex-chefe da divisão de private do banco HSBC. Ele declarou, quando o escândalo veio à tona, que não sabia “até onde o pessoal tinha ido”.
O Reino Unido enfrenta um novo escândalo envolvendo grampos telefônicos utilizados criminosamente pela mídia, comparável ao ocorrido com o jornal “News of the World”, há quatro anos. O grupo “Mirror Group Newspapers (MGN)”, que edita os jornais Daily Mirror, Sunday Mirror e a revista People, utilizaram grampos em “escala industrial”, segundo reportagem do jornal britânico The Guardian, entre os anos de 1999 e 2009.
“A economia brasileira está uma "bagunça" e enfrentará dificuldades para sair do "atoleiro" onde se encontra. Escapar deste atoleiro seria difícil, mesmo com uma forte liderança política. Dilma, no entanto, é fraca. E tem uma frágil base política.” A afirmação é da matéria de capa, na edição da América Latina, da revista britânica The Economist, que circula hoje.
A reportagem da The Economist (leia aqui) faz uma breve análise do cenário atual brasileiro, sem deixar de citar o escândalo da Petrobras, o acerto na escolha de Joaquim Levy para o ministério da Fazenda, mas ressata as dificuldades da presidente e do ministro com o Congresso Nacional, incluindo a eleição de Eduardo Cunha para presidente da Câmara.
A semana foi ocupada por notícias de que a Zona do Euro, essa entidade que vigia as finanças dos países-membros e, por extensão, dos europeus, apertou a Grécia para fechar um acordo, na hora em que grande parcela da dívida grega estava vencendo.
A crise envolvendo o banco britânico HSBC, que estourou na semana passada, agora também arranha a mídia. Um jornalista do Daily Telegraph pediu demissão e acusou o jornal britânico conservador de ter censurado informações sobre o banco HSBC, com o objetivo de manter o importante anunciante. Em um artigo publicado nessa terça-feira (17) no site Opendemocracy.net, Peter Oborne explica seu gesto relatando vários episódios de censura de informações sobre o gigante bancário.
A filha do presidente da Korean Airlines foi condenada nesta semana a um ano de prisão, quando um Tribunal a considerou culpada por um incidente a bordo de um avião da empresa comandada pelo pai, em Nova York. Ela se irritou com o modo como lhe serviram nozes na primeira classe da companhia.









