
Por que a mídia e órgãos fiscalizadores falharam no escândalo do Master?
O Brasil, desde novembro, está assistindo o desenrolar de um dos maiores escândalos financeiros do país: o crescimento vertiginoso e a liquidação tardia e suspeita do Banco Master e seus penduricalhos. O banco de investimentos fundado pelo empresário Daniel Volcaro há pouco mais de 8 anos. Segundo a jornalista Consuelo Dieguez, em reportagem publicada este mês na revista Piauí (1), “ o banco Master nasceu, cresceu, pintou e bordou debaixo do nariz do economista Roberto Campos Neto, que presidiu o BC de fevereiro de 2019 a dezembro de 2024. O Master pedia autorização para atuar no mercado desde 2017, mas durante a presidência de Ilan Goldfajn, nunca conseguiu o sinal verde. Em 2019, sob a administração de Campos Neto, Vorcaro chegou lá. A licença causou alguma surpresa, já que, entre os critérios para autorizar um banqueiro no mercado, está a exigência de “reputação ilibada”.
Quantos porta-vozes sua organização possui? A resposta correta é “tantos quantos empregados eu tenho”. Essa pergunta, feita pelo especialista em gestão de crises, Jonathan Bernstein, serve como pretexto para uma série de dicas sobre como administrar a crise com o público interno. Em momentos difíceis, as organizações se preocupam com a mídia ou stakeholders externos. E esquecem o principal público: os empregados.
O governo da Argentina parece que gosta de brincar com fogo. Ou está procurando começar uma crise internacional. Para isso, vai “buscar enemigos fuera para tapar lo de dentro", como diz um jornalista espanhol.
A agênca Young & Rubicam, Buenos Aires, contratou um grupo de atletas argentinos. Simulando que iam participar de uma maratona, eles entraram nas Malvinas e a agência gravou de maneira clandestina um anúncio publicitário associado às Olimpíadas.
O recorde de 24,4% de desemprego na Espanha e 21,8% na Grécia, além de mostrar a fragilidade da economia dos países da zona do Euro, trouxe um efeito devastador no equilíbrio psicológico dos habitantes. Os desempregados na Europa já chegam a 25 milhões.
O Instituto Pró-Livro divulgou a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, feita em 2011. O objetivo foi levantar o perfil do leitor e do não leitor brasileiro, as preferências e as barreiras à penetração da leitura no país. É um retrato bastante bastante denso dos hábitos de leitura dos brasileiros. A surpresa foi que andamos para trás.
Um estudo corrobora a antiga crença de que um sentimento de comiseração (mais do que compaixão), com as partes ofendidas numa crise, desempenha papel fundamental na restauração da reputação de uma marca.
Não há como evitar. Pauta obrigatória de eventos de comunicação, ou mesmo das conversas entre especialistas e interessados no tema, as mídias sociais viraram a questão do momento para a área de comunicação das empresas. Não apenas por estar na moda. Mas porque representam um risco potencial de crises para a marca.









