
Uma guerra por impulso, sem aposta para acabar
Parte do mundo acordou na manhã de sábado, 28 de fevereiro, com as manchetes internacionais anunciando que os Estados Unidos, junto com Israel, haviam iniciado bombardeios ao Irã. Várias incursões foram realizadas contra a capital Teerã e cidades do interior, nas primeiras horas. A primeira coisa que a maioria da população se perguntou é se o Irã havia atacado um desses países. Não. Na início da noite em Washington; 8 horas da manhã em Tel Aviv e 10 horas em Teerã, os EUA, junto com Israel, iniciaram o bombardeio sobre a capital e algumas cidades do interior do Irã.
“O que pode dar errado, vai dar errado - e precisamos planejar as coisas com base nisso”, diz a jornalista Ezra Klein, do Washington Post. Essa teoria se aplica ao atabalhoado programa de privatização dos aeroportos brasileiros, conduzido pelo atual governo e que expõe, em toda a sua crueza, a fragilidade da Infraero, diante desse modelo, e um cenário de stress e insegurança aos milhares de empregados, terceirizados e concessionários da empresa.
Autoridades e pessoas públicas não aprendem. Mentir em acusações graves pode tornar a crise muito pior. O prefeito de Toronto, Rob Ford, em maio deste ano foi questionado sobre a existência de um vídeo, em que ele aparecia fumando crack. Ele rapidamente improvisou uma confusa entrevista coletiva e negou com veemência não só o ato, mas duvidou da existência do vídeo.
O livro “Gestão de Crises e Comunicação – O que Gestores e Profissionais de Comunicação precisam saber para enfrentar Crises Corporativas”, lançado em agosto, pela editora Atlas, recebeu, nesta terça-feira, 5, o Troféu “Cultura Econômica”, do Jornal do Comércio, de Porto Alegre, na Categoria Comunicação Social. Um total de 10 categorias foram premiadas no evento, além de uma editora e uma livraria.
Rebekah Brooks, ex-editora-chefe da News International, e Andy Coulson, ex-editor do jornal News of the World e ex-porta-voz do Primeiro Ministro David Cameron, começam a ser julgados hoje no Reino Unido. Eles enfrentam a corte acusados de terem participado de um esquema de grampos ilegais em autoridades, celebridades e pessoas comuns, num dos maiores escândalos da mídia internacional.
Já temos pacificado e entendido que o comando das crises numa organização cabe aos gestores. A comunicação é um pilar decisivo, imprescindível e fundamental na solução das crises corporativas. Mas se os gestores não se envolverem e conduzirem a solução da crise, do ponto de vista operacional, não há assessor de comunicação no mundo, por melhor que seja, que possa solucionar a crise sozinho.
O jornalista Milton Jung entrevistou neste sábado o titular do site, no Programa Mundo Corporativo, da Rádio CBN. A entrevista, de 30 minutos, levantou temas contemplados no livro recém lançado pela Editora Atlas, Gestão de Crises e Comunicação - O que Gestores e Profissionais de Comunicação precisam saber sobre Crises Corporativas.









