
A Copa do Mundo não é nossa: discriminação, racismo e mercantilismo
Quatro anos passam rápido. O Brasil se preparou para aquele tradicional período em que, de norte a sul, muita gente começa a curtir o clima de Copa do Mundo e, naturalmente, da seleção brasileira de futebol, como favorita para ganhar mais um título. Aquele clima de “Pra frente Brasil”... Não é o caso agora. O grupo de jogadores convocados pelo técnico Carlo Ancelotti em sua maioria não joga no Brasil e alguns nunca jogaram. Foram direto para usufruir dos cofres cheios das equipes da Liga dos Campeões da Europa ou para outros países, com salários bem superiores aos pagos no Brasil. “Como a grande maioria deixa o país muito cedo para se formar sob a lógica europeia, o torcedor perdeu a convivência e a criação de memórias afetivas com seus craques.” Quem diz é a psicóloga e escritora Ana Paula Hornos, em artigo publicado no jornal “O Estado de São Paulo” de 13 de junho de 2026.
A mídia internacional montou um esquema de Copa do Mundo para cobrir a eleição do Papa. Especialistas em Vaticano, história da Igreja e dos papas foram mobilizados para que nada escapasse à cobertura. E não faltou o perfil dos “papáveis”. Olharam para todos os lados. O brasileiro Odilo Scherer era seguido por jornalistas, onde andasse em Roma, como o segundo ou terceiro mais cotado. Biografias dos quase-papas já estavam prontas.
No momento em que todas as atenções do mundo se voltam para o Vaticano, teólogos, religiosos e especialistas em catolicismo fazem especulações sobre os prováveis elegíveis. Parece haver um consenso de que será um italiano ou um cardeal da América, sul-americano ou até mesmo norte-americano, este menos provável.
No momento em que o filme “Lincoln” faz sucesso nas bilheterias, muita gente tem se debruçado sobre a biografia e a produção literária – principalmente as citações criativas - desse lenhador, que se tornou o 16º presidente americano.
O filme foi aclamado com 12 indicações para o Oscar e faturou mais de US$ 250 milhões ao redor do mundo, desde o lançamento em novembro de 2012. Ganhou os Oscar de "Melhor Ator", para Ben Affleck, e de "Melhor Direção de Arte".
Num dos maiores escândalos da cadeia alimentar da Europa, neste sábado a carne de cavalo contaminou também a empresa Taco Bell, conhecida cadeia americana de fast-food. Uma distribuidora de alimentos congelados e a empresa supridora de carnes do Parlamento britânico também descobriram “grosseira contaminação” em vários produtos, segundo a agência de alimentos do Reino Unido.
Santa Catarina viveu nos últimos meses noites de vandalismo. Quadrilhas resolveram desafiar o poder público e passaram a cometer atentados, assustando a população e causando transtornos nos transportes públicos. Essa crise teve problemas sérios de gestão. O governo demorou para tomar atitude. Convém analisá-la sobre o prisma da liderança, uma variável cada vez mais importante no processo de gestão de crises.
Quando se fala em crises corporativas, um dos primeiros ativos das corporações chama-se confiança. Até que ponto um país ou uma corporação pode ser confiável para superar o momento negativo? Por causa desse fator, vale a pena conhecer e avaliar os resultados de pesquisa Edelman Trust Barometer, conduzida pela empresa de PR Edelman.









