
Uma guerra por impulso, sem aposta para acabar
Parte do mundo acordou na manhã de sábado, 28 de fevereiro, com as manchetes internacionais anunciando que os Estados Unidos, junto com Israel, haviam iniciado bombardeios ao Irã. Várias incursões foram realizadas contra a capital Teerã e cidades do interior, nas primeiras horas. A primeira coisa que a maioria da população se perguntou é se o Irã havia atacado um desses países. Não. Na início da noite em Washington; 8 horas da manhã em Tel Aviv e 10 horas em Teerã, os EUA, junto com Israel, iniciaram o bombardeio sobre a capital e algumas cidades do interior do Irã.
Até que ponto realmente a imprensa está voltada para descobrir a verdade. Nesta semana, a presidente da República disse que não é função da imprensa fazer investigação, e sim divulgar. A crise da mídia propicia debates intensos nesse sentido, até porque ela estaria padecendo de uma “miopia institucional”, vivendo em torno de temas efêmeros e irrelevantes. Mas é inegável a contribuição para exercer o papel de incomodar os governos. Apurando fatos que eles não gostam.
Em 14 de setembro, o grupo que se autoproclama “Estado Islâmico” ou ISIS voltou a divulgar um macabro vídeo com a decapitação do britânico David Haines. Ao contrário das outras duas vítimas do grupo extremista, Haines não era jornalista.
Francisco Viana*
Quem vai vencer a corrida presidencial só se saberá quando as urnas se abrirem, mas o grande perdedor da eleição é conhecido: o marketing político. Não que vá desaparecer, pois é parte do jogo democrático, mas, como forma ilusória de persuasão, deixará de ser preponderante.
A decapitação dos jornalistas americanos James Foley e Steven Sotloff (este também cidadão israelense) pelos terroristas islâmicos (chamados ISIS), que invadiram regiões da Síria e do Iraque, inaugurou o terror-espetáculo. O grupo terrorista sequestra, julga, sentencia e executa inocentes, se não for pago resgate; pressiona os governantes, ao confrontá-los publicamente; e mostra força e estratégia, ao expô-los ao vivo.
*Jessica Behrens
Em relação à comunicação, o que um pequeno país insular e isolado geograficamente, como a Nova Zelândia, tem a ensinar ao Brasil? Mais do que esportes radicais, kiwis e belos cenários cinematográficos (dignos de uma verdadeira Terra Média), a Nova Zelândia revela uma beleza muito mais preciosa que o anel de Frodo: o apreço e a valorização da diversidade.
O Grêmio foi vítima do preconceito, ao ser condenado apressadamente pelo STJD, nesta quarta-feira, por atos praticados por torcedores. Se grandes clubes brasileiros fossem condenados na mesma medida utilizada contra o Grêmio, por vandalismos, crimes, assassinatos e atos de racismo praticados por torcedores, já teríamos há muito tempo times como Vasco, Esportivo, Corinthians, Palmeiras, Santa Cruz suspensos de competições nacionais.









