
Relatório Anual de Crises de 2025 mostra crescimento das categorias cybercrime, má gestão e assédios
O ICM-Institute for Crisis Management, dos Estados Unidos - que há vários anos publica um Relatório Anual das principais crises corporativas no mundo – (1) registrou 1 milhão 232 mil notícias sobre crises em 2025, um aumento de 8% em relação a 2024. Mas, ainda significativamente abaixo do pico de quase dois milhões de casos registrados em 2023. As crises que dão sinais antes de acontecer (smoldering crises) (2) mantiveram sua posição histórica, representando 65% das notícias monitoradas, enquanto o cybercrime voltou a aparecer como a categoria com a maior proporção de notícias, ocupando um quarto do total das crises do ano. As crises repentinas (sudden crisis) representaram 35%. Várias categorias apresentaram variações surpreendentes, especialmente ações coletivas (*class actions lawsuits*), com percentual de 2,24% caiu para o menor nível; enquanto casos de assédio sexual (15,26%), tiveram um aumento fora do normal. Categoria esta que nunca apareceu com tanto destaque, em qualquer Relatório anterior.
O sonho de todo o jovem recém-formado é entrar para a galeria dos executivos bem-sucedidos das multinacionais. Além do prestígio, altos salários e bônus em ações os transformam em pouco tempo nos novos milionários globais. Só que a distância entre o paraíso e o inferno é bem mais curta do que as ilusões do mercado deixam perceber.
Os vazamentos de informação, um dos mecanismos mais temidos por autoridades e governos como estopim de crises, não preservam nem operações supersecretas. Esta semana os serviços secretos dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha se estranharam por conta do vazamento da informação de uma operação envolvendo a política de repressão ao terrorismo.
Segundo o jornal britânico The Times, atribuindo a informação a autoridades e analistas, a capacidade da Grã-Bretanha de impedir ataques terroristas foi arranhada pela liberação não autorizada de informações sobre um agente secreto britânico que penetrou a célula de fabricação de bombas, da Al-Qaeda, no Iêmen.
Quantos porta-vozes sua organização possui? A resposta correta é “tantos quantos empregados eu tenho”. Essa pergunta, feita pelo especialista em gestão de crises, Jonathan Bernstein, serve como pretexto para uma série de dicas sobre como administrar a crise com o público interno. Em momentos difíceis, as organizações se preocupam com a mídia ou stakeholders externos. E esquecem o principal público: os empregados.
O governo da Argentina parece que gosta de brincar com fogo. Ou está procurando começar uma crise internacional. Para isso, vai “buscar enemigos fuera para tapar lo de dentro", como diz um jornalista espanhol.
A agênca Young & Rubicam, Buenos Aires, contratou um grupo de atletas argentinos. Simulando que iam participar de uma maratona, eles entraram nas Malvinas e a agência gravou de maneira clandestina um anúncio publicitário associado às Olimpíadas.
O recorde de 24,4% de desemprego na Espanha e 21,8% na Grécia, além de mostrar a fragilidade da economia dos países da zona do Euro, trouxe um efeito devastador no equilíbrio psicológico dos habitantes. Os desempregados na Europa já chegam a 25 milhões.
O Instituto Pró-Livro divulgou a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, feita em 2011. O objetivo foi levantar o perfil do leitor e do não leitor brasileiro, as preferências e as barreiras à penetração da leitura no país. É um retrato bastante bastante denso dos hábitos de leitura dos brasileiros. A surpresa foi que andamos para trás.









