
A Copa do Mundo não é nossa: discriminação, racismo e mercantilismo
Quatro anos passam rápido. O Brasil se preparou para aquele tradicional período em que, de norte a sul, muita gente começa a curtir o clima de Copa do Mundo e, naturalmente, da seleção brasileira de futebol, como favorita para ganhar mais um título. Aquele clima de “Pra frente Brasil”... Não é o caso agora. O grupo de jogadores convocados pelo técnico Carlos Ancelotti em sua maioria não joga no Brasil e alguns nunca jogaram. Foram direto para usufruir dos cofres cheios das equipes da Liga dos Campeões da Europa ou para outros países, com salários bem superiores aos pagos no Brasil. “Como a grande maioria deixa o país muito cedo para se formar sob a lógica europeia, o torcedor perdeu a convivência e a criação de memórias afetivas com seus craques.” Quem diz é a psicóloga e escritora Ana Paula Hornos, em artigo publicado no jornal “O Estado de São Paulo” de 13 de junho de 2026.
Nos últimos dias, aumentaram as críticas ao governo sobre a dificuldade de se comunicar, evidenciada nas declarações precipitadas e até controversas de vários interlocutores sobre os maiores desafios do momento para tirar o país da crise: reformas trabalhista, previdenciária e política; o ajuste fiscal e o aumento de servidores públicos.
O atentado ao World Trade Center (WTC), em Nova York, completa 15 anos neste 11 de setembro. Foi o maior ataque sofrido pelos Estados Unidos em solo pátrio, superando em número de vítimas o célebre bombardeio japonês a Pearl Harbour, que matou 2.403 americanos, em 1941, estopim para a entrada dos EUA na II Guerra Mundial. No WTC houve 2.996 vítimas fatais e mais de 6 mil feridos. Passados 15 anos, muitas perguntas sobre o atentado continuam sem respostas, principalmente as que buscam entender como os EUA, tão preparado para ataques externos desde a Guerra Fria, permitiu que 19 terroristas se apossassem de quatro aviões e cometessem os atentados, sem qualquer tipo de reação.
Hoje mais do que nunca, a linha entre marketing e gestão da reputação é muito tênue. Se você quer se destacar como um perito em ambos os lados dessa linha, você tem que saber como a reputação afeta a área de vendas e vice-versa. A inspiração para a gestão de crises pode ser resumida nesta citação da consultora de gestão e especialista em comunicação, a americana Karen Leland, quando diz, "Goste ou não, o CEO de hoje tem sido pré-moldado no papel de embaixador da marca principal da sua empresa."
A Polícia Civil do DF e o MPDFT desencadearam hoje uma Operação que envolve hospitais, empresas fornecedoras, médicos ortopedistas e agentes de saúde, num conluio que visava obter vantagens financeiras em cirurgias suspeitas e desnecessárias de órteses e próteses. A polícia suspeita que cerca de 60 pacientes foram lesados, só em 2016, por uma única empresa, e até tentativa de morte a paciente aparece na denúncia.
As pessoas se expõem cada vez mais nas redes sociais. Conversam e se mostram, como se estivessem em casa ou num ambiente privado. Esse banco de dados pessoal ou corporativo, muito valioso, quer queiram ou não, é alimentado pelos próprios usuários. Provavelmente, algumas redes, como o Facebook, sabem mais sobre você do que você mesmo. O objetivo é cada vez mais faturar com anúncios comerciais que vão diretamente na veia do consumidor. Ele sabe os livros que você lê, onde você anda e tudo o que consome. E conhece sua família e os amigos.
*Francisco Viana
O reino da comunicação é a esfera social dos valores e interesses de atores conflitantes que estão comprometidos em disputa e debate para reproduzir a ordem social, para subvertê-la, ou para acomodar novas formas resultantes da interação entre o velho e o novo, o passado de dominação cristalizado e o futuro de projetos alternativos para a existência humana promovidos por aqueles que aspiram mudar o mundo e estão prontos a lutar por isso.
Manuel Castells, O poder da comunicação.









