
Maior crise corporativa do país completa sete anos
O rompimento da barragem da mineradora Vale, em Brumadinho, completou sete anos no último dia 25 de janeiro. É considerada a maior crise corporativa da história do país, não apenas pelo número de vítimas, 272 pessoas, como pelo impacto dos rejeitos despejados no meio ambiente da região. Dano esse irreparável e que irá perdurar por muitos anos. Aproveitando essa data, que deverá ser lembrada todos os anos, principalmente pelos parentes das vítimas, publicamos artigo do saudoso jornalista Francisco Viana, que em março de 2019, poucos dias após o rompimento, fez uma excelente reflexão sobre essa tragédia. Chico Viana faleceu sete meses após esse acidente, em 25 de agosto de 2019.
O Brasil contrariou uma tendência mundial em 2010. A circulação de jornais cresceu 1,5% em relação ao ano anterior. A maior alta foi do jornal O Estado de S. Paulo, que cresceu 9%, com média de 236 mil exemplares. Mas a notícia mais surpreendente dos dados do IVC (Indice Verificador de Circulação) é a liderança do jornal Super Notícia, de Belo Horizonte. Com média anual de 296 mil exemplares em dezembro, superou a Folha de S. Paulo, até então o líder no segmento.
A montadora japonesa Toyota conseguiu driblar a crise do ano passado e encerrou 2010 mantendo o posto de líder mundial, com 8,42 milhões de veículos vendidos. Cresceu 8% e superou por pouco a americana GM, que vendeu 8,39 milhões de unidades. Os números foram divulgados esta semana, em Detroit.
O dia 21 de janeiro de 2011 marca os 150 anos de nascimento de um dos maiores cientistas brasileiros, ignorado pela História e pela gente de seu País. Seu nome é Roberto Landell de Moura (1861-1928), nascido em Porto Alegre, padre de formação que completou os estudos em Roma, especializando-se em física e química.
Esta semana, em meio às notícias sobre a calamidade que se abateu sobre o estado do Rio de Janeiro, a imprensa repercutiu relatório da Controladoria Geral da União que aponta desvios de R$ 500 milhões na Funasa-Fundação Nacional de Saúde. Também se denuncia que ex-governadores, alguns com apenas quatro anos de mandato, aproveitam-se de gordas aposentadorias de até R$ 24 mil, aprovadas por leis estaduais que afrontam a Constituição.
A triste saga do mês de janeiro, principalmente para os habitantes do Rio de Janeiro, se repete. Apesar dos discursos inflamados, promessas de campanha e a sistemática repetição dos deslizamentos nas encostas das cidades litorâneas do Brasil, nenhuma providência é tomada, durante o ano, para evitá-la.
Relatório final da Comissão do governo americano, divulgado nesta quarta-feira (5), para apurar as responsabilidades pelo vazamento de petróleo no Golfo do México, culpou as empresas British Petroleum, a proprietária da plataforma Transocean e a contratada Halliburton por “conduta imprópria e omissão”. O relatório diz que os erros provocaram “falhas sistêmicas” e podem acontecer novamente.









