
Por que a mídia e órgãos fiscalizadores falharam no escândalo do Master?
O Brasil, desde novembro, está assistindo o desenrolar de um dos maiores escândalos financeiros do país: o crescimento vertiginoso e a liquidação tardia e suspeita do Banco Master e seus penduricalhos. O banco de investimentos fundado pelo empresário Daniel Volcaro há pouco mais de 8 anos. Segundo a jornalista Consuelo Dieguez, em reportagem publicada este mês na revista Piauí (1), “ o banco Master nasceu, cresceu, pintou e bordou debaixo do nariz do economista Roberto Campos Neto, que presidiu o BC de fevereiro de 2019 a dezembro de 2024. O Master pedia autorização para atuar no mercado desde 2017, mas durante a presidência de Ilan Goldfajn, nunca conseguiu o sinal verde. Em 2019, sob a administração de Campos Neto, Vorcaro chegou lá. A licença causou alguma surpresa, já que, entre os critérios para autorizar um banqueiro no mercado, está a exigência de “reputação ilibada”.
A greve dos policiais da Bahia, que emparedou o governo estadual nos últimos dez dias, traz várias lições para quem lida com gestão de crises. O episódio mostrou erros de todos os lados e expõe a fragilidade e o despreparo dos governos para administrar situações de risco.
Má-fé em foco
A litigância mal-intencionada prolifera no Brasil porque não é levada a sério. Ninguém se peja de multiplicar chicanas para postergar decisões judiciais ou constranger a outra parte num processo.
Eis o que sente na carne, agora, o serviço jornalístico pela internet Congresso em Foco. Uma série de ações movidas por indissimulável má-fé busca cercear seu esforço de dar transparência ao que se passa nas entranhas do Legislativo.
Quando, em 4 de fevereiro de 1962, o The Sunday Times, de Londres, lançou a primeira revista colorida da Grã-Bretanha, os jornais tinham pouca tradição em encartes e em edições coloridas. O cenário econômico e editorial para os jornais também era bastante promissor.
A morte é um tema difícil de abordar. Talvez o mais explorado em obras de ficção e uma eterna incógnita na vida real. Ela pode tanto estar presente no consultório do analista, quanto nas rodas de bar. A morte pode ser um momento de crise? Por que não? Morrer em paz talvez seja um eufemismo criado por quem nunca morreu.
Os Estados Unidos, desde 2008, enfrentam uma das piores crises econômicas da história. Mas existe uma outra crise, que ameaça não apenas as contas de saúde daquele país, mas o futuro de toda uma geração, principalmente os jovens. E que deverá ter um impacto negativo importante nas projeções futuras daquela economia.
“O Brasil não é um país sério”, disse um ex-presidente da França, há 50 anos. De lá para cá, o Brasil teve recaídas. Vivemos uma ditadura, durante 20 anos, símbolo do atraso de nossas instituições políticas.









