
A Copa do Mundo não é nossa: discriminação, racismo e mercantilismo
Quatro anos passam rápido. O Brasil se preparou para aquele tradicional período em que, de norte a sul, muita gente começa a curtir o clima de Copa do Mundo e, naturalmente, da seleção brasileira de futebol, como favorita para ganhar mais um título. Aquele clima de “Pra frente Brasil”... Não é o caso agora. O grupo de jogadores convocados pelo técnico Carlos Ancelotti em sua maioria não joga no Brasil e alguns nunca jogaram. Foram direto para usufruir dos cofres cheios das equipes da Liga dos Campeões da Europa ou para outros países, com salários bem superiores aos pagos no Brasil. “Como a grande maioria deixa o país muito cedo para se formar sob a lógica europeia, o torcedor perdeu a convivência e a criação de memórias afetivas com seus craques.” Quem diz é a psicóloga e escritora Ana Paula Hornos, em artigo publicado no jornal “O Estado de São Paulo” de 13 de junho de 2026.
Em 24 de março de 1989, o navio Exxon Valdez bateu em rochas no Estreito Prince William, no Alasca, provocando um dos maiores desastre ecológicos do mundo. O rombo no casco do navio derramou 40 milhões de litros de petróleo, em uma região sob proteção ambiental, pela beleza da flora e da fauna.
O caso Petrobras
Nenhum brasileiro tem dúvidas da importância da Petrobras para o país. É uma das “meninas dos olhos” do governo, daquelas empresas que todo o mundo gostaria de comandar. E todo o país gostaria de controlar.
É uma das maiores empresas da América Latina e a 13a. companhia de petróleo do mundo. A Petrobras, criada no segundo governo Getúlio Vargas, sempre esteve na vanguarda dos movimentos nacionalistas e por isso é um ícone do patrimônio nacional.
Uma semana após o desaparecimento, o mistério do voo MH370 começa a se esclarecer. Os sistemas de comunicações do Boeing 777 da Malaysia Airlines, no último sábado, 8 de março, foram "deliberadamente desabilitados", informou nesta madrugada, no Brasil, o primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak.
Que crise pode ser pior do que uma companhia aérea ter um acidente grave, com vítimas fatais? O número de vítimas? Sim. Mas e ainda pior? Não conseguir respostas para os parentes sobre o que aconteceu aos passageiros que embarcaram numa das mais modernas aeronaves do mundo, passados quatro dias do acidente. Isso sim.
Jessica Behrens*
A poluição em Pequim está tão terrível que o nascer do sol teve de ser televisionado em um gigantesco telão de LED na Praça Tiananmen para que a população pudesse vê-lo. Aí está mais uma notícia absurda que vai para o rol dos acontecimentos bizarros! Digna de compartilhamento, capaz de provocar questionamentos éticos e filosóficos sobre o ser humano e o meio ambiente. Não hesitei e postei no Facebook.
Na Espanha, mais de cem espaços fecharam as portas desde 2009; no Reino Unido, foram 400 falências só em 2012
O jornal O Estado de S. Paulo publicou neste sábado, 1º de março, artigo do correspondente em Genebra, Jamil Chade, sobre a crise das livrarias da Europa. A internet e a situação econômica, em países que enfrentam a maior crise econômica dos últimos anos, estão fechando livrarias tradicionais. Barcelona, Londres, Lisboa, Roma e Paris, principalmente, são o palco dessa crise. Em Barcelona, livraria de 88 anos cedeu lugar à instalação de uma loja de uma cadeia de fast food.









