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A crise das livrarias num país sem leitores

Livrarias mais famosas do mundo O ano de 2018 vai ficar marcado pela grave crise que atingiu pelo menos duas grandes livrarias do país: Saraiva e Cultura. De certo modo, elas se tornaram ícones da crise que atingiu o setor livreiro, principalmente nos últimos três anos. Ainda sem o hábito de leitura que se encontra em outros países, o brasileiro quando vai cortar despesas aponta direto para a rubrica cultura e entretenimento. Foi o que aconteceu no país, sobretudo a partir de 2015. Em 2016, a comercialização de livros no País recuou 8,9%, comprometendo a rentabilidade de editoras e, principalmente, das livrarias.

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Lições da Crise

Algumas conclusões a partir de experiências em administração de crise

  • Não comemore porque conseguiu resolver o problema de hoje. Amanhã pode ser pior.
  • Não vá de “peito aberto” tentando explicar qualquer tipo de pauta. Converse, analise, avalie a extensão da pauta. Só então adote a melhor maneira de atender ao jornalista.
  • Os órgãos de fiscalização não titubeiam em vazar documentos antes até mesmo de você ficar sabendo. Prepare-se para esse inconveniente.
  • Não adianta gastar energia com qualquer notícia negativa que aparece. Concentre-se naquilo que atinge os formadores de opinião.
  • Não brigue com a notícia. Se o fato é extremamente negativo, admita. E explique que providência está tomando.
  • Não tente minimizar o fato pela importância (valor) ou a desqualificação de quem denunciou. Se existe alguma prova, explique.
  • Não minimize a internet. Ela pode pautar o jornal e a TV antes que você corrija a informação.
  • Não fique preocupado com quem vazou. Isso a princípio não é problema  seu. Explique o que vazou.
  • Só convoque coletiva, se tiver algo muito importante para explicar. Caso contrário administre as notícias caso a caso.
  • Cuidado com os repórteres inexperientes. Prefira sempre como interlocutor, na crise, repórteres com experiência, ainda que sejam aqueles com mais capacidade de mergulhar na matéria.
  • Não poupe tempo para explicar exaustivamente pautas complicadas. Se preciso, utilize o apoio da área jurídica.
  • Não sofra por antecipação. Se você deu uma boa explicação para o questionamento do jornlista, relaxe. Você cumpriu a sua parte. Se o jornalista distorcer ou não levar em conta suas explicações, existem outros meios de você se reposicionar.
  • Faça valer a opinião da área de comunicação, sempre que julgar conveniente. Não se deixe levar pela força do cargo para aceitar soluções com as quais você não concorda.
  • Quem determina o timing da imprensa é você. Não deixe que a área técnica ou jurídica comprometam a versão da empresa desrespeitando os horários de fechamento.
    Uma boa Nota à imprensa, com informações consistentes, pode substituir uma entrevista coletiva e até mesmo a nota paga. Isso quando não for uma crise grave, que exija porta-voz, entrevista ou até mesmo a contratação de uma consultoria especializada.
  • Não tenha receio de gravar entrevistas por telefone, para sua segurança. Pode ter certeza de que o jornalista está fazendo o mesmo. Nos casos mais complicados, prefira o encontro pessoal.


(C) João José Forni  

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